Biomecânica esportiva e a grama sintética

Silhuetas em corrida ilustram o estudo da biomecânica esportiva em ambiente digital.

Se você é mais velho ou se você já jogou futebol no campo da pracinha, tem na mente aquela icônica imagem do jogador coberto de lama ou de terra. Bem, nos campos profissionais, essa imagem está cada vez mais escassa. Acontece que a grama natural é imprevisível, não tem como garantir que estará boa para o jogo e durante todo o jogo. Por outro lado, a grama sintética é um laboratório de física a céu aberto. Dito isso, entenda neste artigo como a grama sintética está mudando a biomecânica esportiva.

Por que a bola corre mais na grama sintética?

Se você é fã de futebol, já percebeu que na grama sintética a bola corre muito mais que na grama natural. Isso acontece porque a natural permite o contato da bola com a terra, e, durante esse toque, parte da energia da bola é absorvida pela terra. Além disso, com essa troca, aquele local do campo acaba se deformando.

Já com a grama sintética, temos a biomecânica esportiva atuando. Aqui, a base de borracha e polietileno devolve essa energia para a bola. Ou seja, há uma conservação da energia. Um teste que você pode fazer para ver na prática é jogar uma bola na grama natural e na grama sintética. Na última, notará que a bola quica mais alto e mantém a velocidade linear por mais tempo.

E como isso afeta os atletas?

Bem, a mudança na biomecânica esportiva exige atletas com reflexos 20% mais rápidos. Isso porque a bola corre mais rápido que na grama natural.

Além disso, quando o atleta faz um giro brusco na natural, o solo cede e a grama sai. Isso funciona como uma válvula de escape para os joelhos. Já na sintética, temos um efeito diferente: a chuteira trava, mas o corpo continua. E isso faz com que a força de torque, que na natural ia para o solo, vá para o ligamento cruzado anterior.

Outra questão para os jogadores é o calor. Como a grama sintética é feita de plástico, e esse material absorve calor, o ar acima do gramado fica mais quente que em um campo de grama natural. Por exemplo, em um dia de 30ºC, o campo sintético pode chegar a 65ºC. Esse calor pode afetar a resistência cardiovascular dos jogadores, mas também a pressão interna da bola.

O segredo da grama sintética na biomecânica esportiva

Para garantir a segurança dos atletas, a grama sintética recebe vários pontinhos pretos, geralmente feitos de pneus reciclados. Eles atuam como amortecedores de massa. Isso significa que o impacto de uma queda não vai quebrar um osso.

Dessa forma, percebemos que a grama sintética tem transformado o esporte em algo totalmente previsível e programável, sem depender do fator biológico dos campos. Afinal, a grama sintética pode garantir que o gramado estará na mesma qualidade do minuto 1 até o minuto 90, do jogo.

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